segunda-feira, 25 de março de 2013

TERRORISMO NUNCA MAIS

TERNUMA é o nome de uma nobre organização não governamental criada sob a chama da indignação para defender os heróicos agentes que se defrontaram contra uma súcia de ladravazes, assaltantes e terroristas que procuraram assolar o País, apegados à ideologia marxista. Apregoam hoje que lutaram contra a Ditadura, quando temos fatos incontestes de que mesmo antes da Contrarrevolução de 31 de março de 1964 eles empregavam a força das armas para conquistar o poder. Porém, o Ternuma, na ausência de oponentes aos governos escandalosamente esquerdistas que assomaram o poder nas últimas décadas, postou - se bravamente como um baluarte do espírito democrático que vigorou neste País.

Não somos solitários na luta, juntam-se a nós aquelas parcelas da população que leem jornais e revistas, e que esboçam um mínimo de raciocínio sobre o que lhes salta aos olhos, e chegam à brilhante conclusão de que há algo de muito podre no reino da Dilmanarca. São os indignados que vislumbram que caminhamos para uma ditadura institucionalizada, e percebem que o discurso ideológico é mero embuste para a entronização de uma cúpula que deseja abancar-se no poder por muitos e muitos anos. O futuro da Nação não lhes interessa desde que os seus objetivos sejam atingidos. Todos os subterfúgios são válidos, o pré-sal, o trem-bala, o PAC 1, o PAC 2, a criação e o acirramento de dicotomias, e uma infinidade interminável de medidas altamente prejudiciais ao País. O que importa é que através do voto recebido em troca de esmolas, e o cenário sinaliza, eles terão o êxito que planejaram. A esquerda apóia-se em ícones ridículos, em Cuba, na Rússia de outrora, na China de Mao, e, incrivelmente, apesar de sua falta de sustentação, segue em frente, com os votos daqueles que não leem, que não escutam e que não pensam.

É o voto da turma que usa qualquer papel, inclusive um jornal para se limpar, após fazer as necessidades fisiológicas. Embora firme em seus propósitos, o Ternuma é apenas uma pequena pedra no calcanhar dos canalhas, por isso, é árduo sobreviver, pois a cada dia enfrenta um obstáculo, nas mais simplórias medidas burocráticas da maravilhosa burocracia nacional, e até nas entidades bancárias federais.

Meus leitores, é impressionante, como a todo o momento encontramos barreiras, coisas de estarrecer, elas são pequenas, asquerosas, mas podem obstar, cinicamente, mesmo sem uma base legal, as mais simples providências. E elas são tantas, que as entendemos como propositais. Mas seguimos em frente, com dedicação, com obstinação, com fé e com orgulho; por vezes no árduo trato daqueles procedimentos, engolimos em seco, rezamos dez Ave Maria e dez Padre Nosso, e procuramos resolver os mirabolantes contratempos.

Por vezes, diante das incongruências, rimos de tristeza, e ficamos abismados diante dos milhões e bilhões de reais que são desviados, surrupiados, embolsados em transações, contratos e maracutaias, e apesar dos vultosos montantes envolvidos, nenhum controle foi estabelecido, nenhuma fiscalização decente para evitar o espolio. É impressionante. Mas se envolver o Ternuma é melhor sair de baixo, pois até para abrir ou fechar uma conta bancaria, até exame de fezes é preciso apresentar. O site do Ternuma está fechado, provisoriamente, lamentamos e pedimos desculpas aos nossos membros, amigos e simpatizantes, mas não se preocupem, estamos trabalhando e esperamos voltar em breve. Lutamos contra o terrorismo e seus adeptos, e vencemos os armados; o duro está sendo enfrentar o terrorismo solerte, disfarçado, enrustido, aquele que matreiramente coloca uma armadilha a nossa frente a cada passo que damos. O Ternuma hoje é uma comunidade de bravos, de cidadãos cônscios, que apoiada na determinação, na dedicação e na força de cada um de seus membros, prossegue, valentemente.

Brasília DF, 23 de março de 2013
Gen Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Presidente do Ternuma