quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Senhor versus senhor

Como será possível servir a dois senhores, se os caminhos são incompatíveis. 

O senhor Capitalismo envia o Ministro Marketing e através de seus dogmas, nos impinge a crença na competição, do alto valor do individualismo que servirá de combustível para alimentar o lucro e enfim nutrir toda uma linhagem cuja bandeira tingida pelas cores do "egoísmo" tremula no elevado altar de nossas consciências. 

Por outro lado, somos pecadores, pecadores que atendem aos apelos do Senhor Divino que envia seu Ministro Esperança e através de seus dogmas, nos impinge a crença na solidariedade, no alto valor da fraternidade que servirá de combustível para alimentar o dízimo e enfim nutrir toda uma linhagem cuja bandeira tingida pelas cores do altruísmo tremula no elevado altar de nossas consciências. 

Assim, dia após dia, ano após ano, perdemo-nos na tênue divisa em definir a quem servimos. Pois o que se dizia de um Senhor encontramos no reino do outro. É dúvida cruel. Crer em qual deles. Crer pelo crer ou crer nas definições "tácitas" incompatíveis com a lógica da razão de um simples vivente. 

Resumindo: 
Porque a vida é agora. GT Turbo trinta válvulas 0 a 200km/h em 4s. Porque você é único. 
Fazer o bem sem olhar a quem. Porque o paraíso te aguarda. 
A decisão é tua. Essa é a melhor parte e talvez a mais genuína.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Brasil, até quando?

O Brasil, por enquanto, é semiperiferia nesse jogo, que vai ter China (Ásia, com Japão, Coreia e outros dinâmicos participando da grande economia da bacia asiática, incluindo os americanos do Pacífico, do Alasca ao Chile), a Europa e os EUA como protagonistas principais.

Nossos políticos simplesmente não possuem capacidade mental para fazer o país participar da grande estratégia da globalização capitalista, por isso mesmo permaneceremos nas fímbrias do sistema.

Enfim, a China também permaneceu nessa condição por dois séculos, até conseguir se levantar de seu torpor, após os desastres da era do maoismo delirante. Nós estamos reproduzindo o que de pior a Argentina fez durante décadas (e que ainda não terminou de praticar) e que deve atrasar ainda mais o Brasil nas próximas décadas: 
  • introversão econômica, 
  • protecionismo comercial, 
  • stalinismo industrial, 
  • obscurantismo educacional.
Não sou totalmente pessimista, apenas moderadamente no caso do crescimento econômico -- vamos continuar crescendo lentamente, puxados em parte pela China, em parte pelo mercado interno -- mas absoluta e totalmente no plano educacional, o que nos fará perder a oportunidade de ter significativos ganhos de produtividade para enfrentar o fim do bônus demográfico mais adiante.

Esperemos que pessoas mais lúcidas do que a atual geração de políticos ascendam ao poder ainda nesta década, que promete ser moderadamente perdida.

Paulo Roberto de Almeida 
(Paris, 6/02/2012)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Segunda-feira

Por Gilrikardo

Com relação a vida e o nosso viver, só lamento que seja curta e nós, pobres mortais, dedicamos muito em curtir momentos de pura perda de tempo. Pena que aprendi isso na reta de chegada, resta o consolo de passar a mensagem aos mais jovens alertando-os para as armadilhas que nos levam a banalizar o tempo ao jogar fora preciosos momentos de vida.

O PT que a maioria não vê

Gilrikardo disse: Fico impressionado com a incompetência e falta de preparo de nossos grandiosos legisladores. O digníssimo (referido logo abaixo) parece que não estudou questões que geram separatismos, como na África do Sul, ou mesmo a luta dos Negros dos EUA. Pois se houvesse não traria para o nosso meio uma cultura que até agora nunca existiu: Apartheid.


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Cotas para deputados negros
Bruno Alves
jornal A Tarde (Salvador), 01/02/2012

No mínimo, é polêmica a iniciativa do deputado federal Luiz Alberto (PT) de propor uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a reserva de vagas na Câmara Federal, Asembleias Legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal para parlamentares negros.

O número de vagas seria definido com base no percentual de pessoas que tenham se declarado negras ou pardas no último censo do IBGE. Segundo o deputado Luiz Alberto, a proposta iria aumentar de 30 para 150 o número de deputados negros na casa. 

As cotas raciais são uma inconstitucionalidade, já que somos todos iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza. É certo que esse projeto não irá progredir. Mas é preocupante saber que nossos representantes tenham pensamentos retrógados e segregador. Seguindo esse pressuposto jamais vivenciaremos a verdadeira democracia. 

A verdadeira democracia é consolidada com educação de qualidade. É preponderante que nossos governantes coloquem a educação como prioridade de governo. Os países que investiram na educação avançaram em outras áreas.

O Brasil ocupa a 88° posição de 127 no ranking de educação feito pela Unesco, o país fica atrás de Argentina, Chile, Equador e Bolívia. A primeira posição coube ao Japão, país que, para reverter as dificuldades de um traumático pós-guerra, a partir de 1945, investiu alto em educação com o objetivo de formar mão de obra capaz de agregar valor aos seus produtos e assim superar as limitações de um país que possui reduzidos recursos naturais.

É necessário enfrentarmos os fardos do passado sem que nos tornemos vitimas dele. Significa trabalhar as forças maiores que geram um quadro de desigualdade social e econômica para todos. Não iremos avançar segmentando, não iremos conseguir caminhar sozinhos. Muitos serão os desafios, mas nós não podemos sucumbir ao desespero ou ao cinismo.

Podemos aceitar a política que fomente a divisão ou podemos construir a política que nos une. Na democracia o poder está com o povo, somos nós que escolhemos nossos representantes. Nós somos a mudança.

Bruno Alves
Presidente Estadual da Juventude Democratas (JDEM)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Cuba - até quando o silêncio?

Gilrikardo disse: Houve época que Cuba sobreviveu pendurada nas "iniciativas" de Rússia e Venezuela, agora com outros ventos, parece que o Brasil se candidata a ser o próximo financiador da falida ilha da fantasia... E tem gente que ainda pergunta porque uma carga tributária tão extorsiva!

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Cuba - até quando o silêncio?
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Sergio Fausto - O Estado de S.Paulo, 04 de fevereiro de 2012 | 3h07
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A viagem da presidente Dilma Rousseff a Cuba expressou não apenas limites da diplomacia brasileira quanto à defesa dos direitos humanos, mas também a contraditória relação que parte importante da esquerda - em grande medida representada pelo PT - tem com o tema quando ele se coloca em países ditos socialistas, Cuba em particular. Pode-se até entender, embora seja difícil justificar, a "prudente cautela" diplomática do Brasil no trato das "questões internas" de Cuba. Sob esse aspecto, a presidente Dilma segue uma linha que vem desde o retorno do Brasil à democracia e o restabelecimento das nossas relações com aquele país.
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Mais difícil é aceitar o silêncio da maior parte da esquerda brasileira, muito especialmente de intelectuais, artistas e escritores, acerca da violação de direitos pelos quais muitos deles se bateram aqui, no Brasil. Se o governo está limitado por considerações diplomáticas - até que ponto é legítimo manifestar-se sobre a política interna de outro país, até que ponto é contraproducente fazê-lo? -, o silêncio de pessoas cuja atividade está vitalmente ligada à liberdade de pensamento e expressão só se explica por uma espécie de dupla moral que os faz aceitar lá o que condenaram aqui.
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No passado, isso se fez em nome da revolução socialista. O argumento apoiava-se na inegável redução das desigualdades sociais nos primeiros dez anos do regime de Fidel Castro e da política obtusa e agressiva dos Estados Unidos em relação a Cuba. Eram outros tempos, haverá quem diga. Mas houve quem enxergasse as feições reais do regime cubano ainda em meio à névoa ideológica da guerra fria. E percebesse que a maior igualdade tinha como preço nenhuma liberdade.

Em 1971 se deu o primeiro rompimento público da intelectualidade de esquerda com o regime da revolução. Nesse ano se prendeu o poeta Heberto Padilla. Submetido a tortura, Padilla foi forçado a se retratar publicamente, no pior estilo das autocríticas forjadas pelos regimes totalitários. Na época Fidel sentenciou: "El arte es una arma de la revolución". Em repúdio, Octavio Paz, Julio Cortázar, Mario Vargas Llosa, para citar apenas os escritores latino-americanos mais conhecidos, assinaram um manifesto denunciado a ação do governo cubano.

Ao longo dos 40 anos seguintes as arbitrariedades do regime se acumularam e o silêncio dos intelectuais brasileiros de esquerda se manteve eloquente, exceções à parte. O que se ouvia, isso sim, eram elogios ao regime e bajulações ao "comandante" (Fidel Castro). Em março de 2003 a ditadura cubana mandou prender 79 pessoas por delito de opinião, condenando algumas delas a quase 30 anos de cadeia. A "Primavera Negra" foi a gota d'água para o escritor português, prêmio Nobel de Literatura, José Saramago, comunista da velha guarda. Em artigo no jornal El País, ele escreveu que a partir dali não poderia mais seguir viagem ao lado de Cuba. A vasta maioria da esquerda brasileira e de seus principais intelectuais continuou no mesmo barco.

Hoje Raúl Castro busca "atualizar" o socialismo em Cuba. O eufemismo enganoso representa o reconhecimento da falência do modelo implantado pela revolução. Esse jamais se mostrou capaz de andar com os próprios pés. Passado o período das expropriações e de mobilização patriótica dos trabalhadores, a economia cubana viveu à base da injeção de recursos externos oferecidos por motivos geopolíticos. Primeiro, pela União Soviética; depois, em menor grau, pela Venezuela de Hugo Chávez.

A verdade é que a economia cubana nunca conseguiu diversificar-se muito além da cana-de-açúcar e atingir níveis mínimos de eficiência. Com isso, depois do colapso da União Soviética, o socialismo cubano se converteu na repartição mais ou menos igualitária da pobreza para a maioria e na distribuição de privilégios para poucos, encastelados no partido e no Estado ou bem conectados a esses dois entes, que lá se confundem em um só.

A "atualização" do modelo é uma tentativa gradual de introduzir reformas que deem algum dinamismo à moribunda economia do país sem que essa mudança acarrete real alternância no poder. Para tanto as reformas não podem ir muito além do estímulo à criação de mercados de compra e venda de imóveis e veículos e da permissão para o funcionamento autônomo de pequenos serviços. Não se quer criar um setor privado que venha a pôr em xeque o controle estatal sobre os setores e atividades principais da economia. Muito menos iniciar a transição para um regime no qual o Partido Comunista de Cuba (PCC) não detenha mais o monopólio da representação política. Mesmo a renovação de lideranças dentro do partido, uma imposição do tempo, não pode implicar riscos para os que hoje mandam. Raúl Castro foi claro a esse respeito na abertura da primeira conferência do PCC, no último fim de semana, quando fez defesa veemente do sistema de partido único e avisou que a norma que limita a dez anos a permanência em cargos da alta hierarquia do regime será aplicada paulatinamente.

Com mais de 80 anos, Raúl tem um horizonte pessoal de mais alguns poucos anos de vida ativa. Quando pensa no longo prazo, está preocupado em preservar um esquema de poder assentado fundamentalmente nas Forças Armadas. Hoje se estima que elas controlem a grande maioria das empresas estatais do país. Não se pode esquecer que Raúl Castro foi o ministro das Forças Armadas desde 1959 até 2008, quando assumiu a presidência em substituição a seu irmão Fidel.

Ao optar por apoiar as reformas, abstendo-se de pressionar por maior liberdade em Cuba, o governo brasileiro aumenta as possibilidades de perpetuação desse esquema de poder, ávido por negócios com empresas estatais e privadas estrangeiras que não ponham em xeque seu controle antidemocrático sobre o Estado e seu domínio monopólico sobre a economia. Dilma não agiu apenas dentro dos limites da diplomacia brasileira. Agiu também nos limites do bloco de poder que ela própria representa.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Vida... vida... vida...

Por Gilrikardo

Uma das melhores definições do que é a vida: "Nascemos, esperneamos, morremos". Início, meio, fim. Nada irá mudar nosso início, como nada irá alterar o fim. Sobra-nos espernear no meio ao viver um dia após o outro. Sê feliz ou não, pouco importa, pois os dias correm como o rio para o mar... certeza de que tal dia há de chegar! Ahhhhh! Vida... vida... vida... doce ilusão!


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ANCLA INSULAR

Les doy la bienvenida a mi blog con el deseo de intercambiar reseñas literarias y culturales, crónicas, artículos de opinión sobre Cuba y otros sitios, así como textos varios, ajenos a dogmas institucionales, religiosos y políticos, aunque se reconoce los comentarios y opiniones contrapuestas. En lo personal, me dedico a la investigación literaria y cultural y sobrevivo de mi trabajo como periodista independiente.

Bicitaxi



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Hoje é sexta-feira e ter na mente

Por Gilrikardo

ETERNAMENTE
E TER NA MENTE
ETERNA MENTE

É SÓ O QUE SOMOS
PENSAMENTOS
 
QUE VIAJARÃO
DE CORPO EM CORPO
DE HD EM HD
DE PENDRIVE EM PENDRIVE
DE MÍDIA EM MÍDIA
ENFIM SEREMOS ETÉREOS

ETERNAMENTE
E TER NA MENTE
ETÉREA ETERNA MENTE

Que país é este

Para refletir...
Essa é pra mandar pra todo mundo!
Carta de leitor publicada no Jornal Zero Hora / Concurso:

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"Não pude inscrever-me para o concurso público municipal de serviços gerais, pois não tinha segundo grau. Pergunto se é engraçado ou desgraçado o país em que se exige segundo grau para um varredor de rua e não se exige o primeiro grau para ser Presidente."

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Óbvio ululante

“A história mostra que as sociedades são mais harmônicas, as nações são mais bem-sucedidas, e o mundo é mais justo quando os direitos e as responsabilidades de todos os países e todos os povos são cumpridos, incluindo os direitos de cada ser humano. Os EUA vêem os direitos humanos como um valor universal, até mesmo para a China”.
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Barack Obama

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Pacato cidadão resmunga

Por Gilrikardo

Sinceramente, acredito que a Argentina não nos tem como hermanos muito menos como parceiros ou vizinhos. Percebi isso ao adquirir produtos importados (azeitonas, peixe congelado, tomates e frutas em conserva ) que de pronto os classificaria facilmente de "QUINTA CATEGORIA", é só conferir na rede Walmart (BIG). A azeitona só é possível comer com molhos bastante condimentados e assim disfarçar o gosto horrível, o peixe nem se fala, parecia estragado... Esse é o lado prático que atinge diretamente cidadão comum, outros que também sofrem nas garras do protecionismo são os criadores de suínos de Santa Catarina que têm suas cargas (perecíveis) retidas burocraticamente na fronteira para além de quinze dias, inviabilizando com isso qualquer possibilidade de exportação. Aí a gente vê que o governo brasileiro só é duro com o miserável e pacato contribuinte brasileiro. Arghh! QUE PAÍS É ESSE?!?!?

O PT que a maioria não vê

31/01/2012  às 16:27

Para Dilma, ditadura que matou 424 pessoas era composta por bandidos, já a que matou 100 mil é um celeiro de heróis. Seu passado explica tudo!

Mas por que, afinal de contas, Dilma não faz uma cobrança explícita a Cuba, pedindo respeito aos direitos humanos, como fez Jimmy Carter no Brasil em 1978? Carter era, e é, um bobalhão em política externa (não vou debater isso agora), mas vem de uma tradição democrática. Dilma, ao contrário, vem de um tradição autoritária, antidemocrática.

Sim, vocês já leram essas informações aqui, mas cumpre relembrá-las porque, infelizmente, o momento pede. Dilma queria uma ditadura comunista de modelo soviético no Brasil. Era essa a utopia do Colina (Comando de Libertação Nacional), que depois se fundiu à VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) parar formar a VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares). Estamos falando de grupos terroristas que estavam entre os mais virulentos do país, com várias mortes e atentados nas costas. Não viam mal, inclusive, em matar gente sem qualquer ligação com a luta política. Afinal, eles queriam a "libertação nacional", né?

Que importância tem isso? A importância que tem a verdade:
- não, não queria democracia; queria ditadura comunista;
- não, não lutava "pela liberdade; lutava para implantar o socialismo;
- não, não foi presa por crime de opinião; foi presa porque pertencia a um grupo que praticou uma série de atentados, com várias mortes.

O fato de que se opunha a uma ditadura não quer dizer que fizesse as melhores escolhas. Nem tudo o que não era a ditadura militar prestava. Nem todos os métodos empregados para derrubá-la eram bons. Até porque a opção de muitas correntes da extrema esquerda pela luta armada antecede o golpe militar de 1964 e, evidentemente, o recrudescimento do regime, em 1968. Inventou-se a falácia, desmentida pelos fatos, de que não teria havido guerrilha e terrorismo sem a decretação do AI-5. Falso! Falsidade que deve virar história oficial na pena da turma da "Comissão da Verdade", que terá, então, a nobre missão de consolidar a mentira.

Dilma já deixou claro em mais de um discurso, até com a voz embargada, que não se arrepende de seu passado. Isso significa que, naquelas condições, acredita que os grupos terroristas a que pertenceu fizeram a coisa certa. Fizeram? Isso inclui, por exemplo, a morte de pessoas quem nem tinham vínculo com a luta política.

Para gente como Dilma Rousseff e Maria do Rosário, um regime que mata 424 pessoas é composto de bandidos, mas um que mata 100 mil é um celeiro de heróis.

É preciso entender: Cuba é a manifestação presente dos sonhos passados de Dilma. Ela queria no Brasil um regime como aquele - para nós, é claro! Para ela, certamente haveria as mesmas regalias de que gozam os irmãos Castro.