domingo, 22 de abril de 2012

Carga tributária

Até o dia de hoje, cada brasileiro contribuiu para o governo "administrar" com a importância de:
R$ 2.428,66
Confira esta entre outras simulações no site:

Paulo Freire

Escreve: Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
(...)
Não digo isso para criticar a nomeação póstuma desse personagem como "Patrono da Educação Nacional". Ao contrário: aprovo e aplaudo calorosamente a medida. Ninguém melhor que Paulo Freire pode representar o espírito da educação petista, que deu aos nossos estudantes os últimos lugares nos testes internacionais, tirou nossas universidades da lista das melhores do mundo e reduziu para um tiquinho de nada o número de citações de trabalhos acadêmicos brasileiros em revistas científicas.
Quem poderia ser contra uma decisão tão coerente com as tradições pedagógicas do partido que nos governa? Sugiro até que a cerimônia de homenagem seja presidida pelo ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, aquele que escrevia "cabeçário" em vez de "cabeçalho", e tenha como mestre de cerimônias o principal teórico do Partido dos Trabalhadores, dr. Emir Sader, que escreve "Getúlio" com LH.
A não ser que prefiram chamar logo, para alguma dessas funções, a própria presidenta Dilma Roussef, aquela que não conseguia lembrar o título do livro que tanto a havia impressionado na semana anterior, ou o ex-presidente Lula, que não lia livros porque lhe davam dor de cabeça.

MATÉRIA COMPLETA: DIÁRIO DO COMÉRCIO

sábado, 21 de abril de 2012

Cada qual um qual

Para cada qual um qual. Para cada cabeça os pensamentos que a tenham. Assim, somos o que pensamos e a verdade esta neles, portanto acreditando nisso ou naquilo ou não acreditando em nada disso. 
DE QUALQUER maneira você estará certo, PORQUE VOCÊ é o que pensa e tentar mudar o pensamento dos outros é perder tempo, tal como faço agora!

Educação

Dar a (alguém) todos os cuidados
necessários ao pleno desenvolvimento
de sua personalidade.
Dic. Houaiss

Joinville contra corrupção




Movimento tímido que merece muitas adesões.

Em ano de pleito eleitoral

Tem candidato já se preparando, e há tempos.


Permanecer no erro é burrice

Quem não lembra da CPI do mensalão? 
As imagens permanecem ainda vívidas em minha alma. E o que deu? Até agora nada... pelo andar da carruagem do STF parece que será isso mesmo. NADA. 
Diz o ditado, errar é humano, permanecer no erro é burrice. Errei quando investi algumas horas assistindo, ouvindo ou lendo o desenrolar daquele circo mensalão... e agora que se aproxima o circo Cachoeira... APRENDI.... aqui neste blog não postarei uma linha sequer, pois desde já me nego a repetir tal idiotice. Dar audiência a causa perdida.

Brasil - Educação

08/07/2010  às 8:43 \ BrasilEDUCAÇÃO

Os entraves para um ensino de qualidade

O Ministério da Educação divulgou na última segunda-feira os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2009. Os resultados foram preocupantes: somente 5,7% das escolas públicas brasileiras conseguiram alcançar na avaliação a nota 6 – considerada um padrão internacional de qualidade. As avaliações oficiais têm se prestado bem ao propósito de lançar luz sobre os grandes problemas da educação no país – mas não fornecem resposta a uma questão básica: por que, afinal, as aulas não funcionam? Ao longo dos anos, reportagens de VEJA têm tentado elucidar essa dúvida.
Em 2008, uma pesquisa encomendada por VEJA à CNT/Sensus mostrou que, de modo geral, os pais brasileiros de todas as classes não se envolvem como deveriam na vida escolar dos filhos. Os mais pobres dão graças aos céus pelo fato de a escola fornecer merenda, segurança e livros didáticos gratuitos. Os pais de classe média se animam com as quadras esportivas, a limpeza e a manifesta tolerância dos filhos quanto às exigências acadêmicas muitas vezes calibradas justamente para não forçar o ritmo dos menos capazes.
Segundo o levantamento, para 89% dos pais com filhos em escolas particulares, o dinheiro é bem gasto e tem bom retorno. No outro campo, 90% dos professores se consideram bem preparados para a tarefa de ensinar. A mesma pesquisa mostrou que, com a justificativa de “incentivar a cidadania”, muitos professores incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos. Os pais (61%) sabem que os professores fazem discursos politicamente engajados em sala de aula e acham isso normal. Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal – algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática.
Em comparações internacionais, os melhores alunos brasileiros ficam nas últimas colocações – abaixo da quinquagésima posição em competições com apenas 57 países. E a lanterninha brasileira tem explicações claras. No ano de 2003, uma pesquisa mostrou que nenhum país conseguiu obter bons resultados no campo da educação sem fazer investimentos significativos – e bem distribuídos. O Brasil reúne dois defeitos. O dinheiro é curto – 30.000 reais por aluno até os 15 anos, enquanto os Estados Unidos, por exemplo, aplicam 210.000 reais – e a distribuição dos valores, heterogênea.
Como explicaram a VEJA, em 2007, os economistas Eduardo Giannetti da Fonseca e o irlandês Dan O’Brien, o Brasil vai mal na educação por um motivo: falta pensar no futuro. Ao estudar as raízes do fracasso brasileiro, Giannetti detectou um padrão comum às autoridades que deram as diretrizes à educação ao longo dos séculos, nos vários níveis de governo: a mentalidade predominante sempre foi perseguir resultados imediatos aos investimentos na escola – sem focar em medidas cujos efeitos positivos pudessem se dar depois da troca de poder.
A experiência de países onde a educação funciona, segundo Dan O’Brien, reforça a ideia de que as escolhas brasileiras têm passado longe do que de fato importa a um bom ensino: metas acadêmicas, professores capazes de executá-las e um sistema preparado para cobrar os resultados. É um conjunto aparentemente simples, mas que só foi alcançado por países que, ao contrário do Brasil, souberam canalizar os recursos às (menos visíveis) questões pedagógicas – e esperar pelos resultados ao longo de décadas.
Já está provado que a investigação contínua sobre o que acontece na sala de aula guarda relação direta com o progresso acadêmico. Uma pesquisa de 2009 da Fundação Victor Civita mostra que, no Brasil, os diretores de escola pública gastam tempo demais com burocracia e pouco com as questões da sala de aula. Logo de saída, a pesquisa mostra que 64% dos diretores reconhecem, sem rodeios, não estar suficientemente preparados para exercer o cargo que ocupam. Talvez o mais preocupante de todos os dados, no entanto, diga respeito à visão que eles têm da função: apenas 2% deles se sentem responsáveis pelos maus resultados de sua própria escola, ao passo que os outros 98% culpam pais, professores, alunos, o colégio e até o governo.
No mesmo ano, uma reportagem de VEJA mostrou as adversidades enfrentadas pelos professores na sala de aula: alunos desmotivados, indisciplina, infraestrutura precária e violência. Para se ter uma ideia, 52% dos professores ouvidos em pesquisa da International Stress Management Association (Isma), feita em São Paulo e Porto Alegre, admitem atitudes agressivas com seus alunos, tendo sido irônicos ou até rudes. Não para por aí. Os próprios professores também são vítimas do ambiente ruim: de acordo com dados da Unesco, 47% já sofreram agressões verbais vindas de alunos.
Também em 2009, uma pesquisa mediu, pela primeira vez, o impacto da corrupção sobre o desempenho dos alunos. O resultado: quanto mais se rouba, mais as notas caem. Quando se trata de dinheiro, o que realmente pesa contra a qualidade das escolas é a maneira como ele é aplicado – muito mal. Poucos fatores prejudicam tanto o aprendizado no Brasil quanto o desvio e o mau uso dos recursos reservados às escolas. Resume Claudio Ferraz, um dos autores do estudo: “A ocorrência de casos de corrupção reduz significativamente as notas das crianças”. O atraso, revelado em provas oficiais, equivale a meio ano escolar.
Os três principais candidatos à Presidência em 2010, Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva, receberão um conjunto de propostas bem práticas para melhorar o ensino no Brasil. O objetivo do documento é tornar o debate menos ideológico – e mais racional. O texto é fruto de uma iniciativa que acaba de reunir oitenta especialistas do país na área (um grupo de diferentes matizes políticos e origens acadêmicas) para conceber um documento com ideias bastante objetivas para promover avanços no ensino básico brasileiro.
VEJA teve acesso com exclusividade às sete propostas que emergiram dessa análise. São elas: a punição de secretarias que fizerem mal uso da verba pública; a criação de um currículo nacional unificado; a flexibilização do ensino médio, de forma a fazer com que o aluno saia preparado para seguir a carreira que escolheu; conferir mais poder aos diretores de escola; universalizar nos colégios um sistema baseado na meritocracia e garantir aos alunos pelo menos uma hora a mais por dia na escola.


http://veja.abril.com.br/blog/acervo-digital/

Educação

Dentro daquilo que me cabe como pessoa, volto a insistir em algo que constantemente abordo. É simplesmente falta de EDUCAÇÃO, pois vale repetir, educação é tudo. 
Através dela estaremos muito mais próximos da felicidade em SER, conseguindo discernir melhor e com mais propriedade nossas escolhas.

No dicionário:
Educar > transitivo direto
Dar a (alguém) todos os cuidados necessários ao pleno desenvolvimento de sua personalidade


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Crônico

Por Gilrikardo

Surpreendia-me ouvir alguém dizer que o mal era crônico. Ou que determinada pessoa portava alguma disfunção crônica.

Isso e fatos semelhantes atiçaram-me a imaginação e a curiosidade apoderou-se de mim, chegando aos dias de hoje, crônica.

Aquilo que pareceu pieguice juvenil, trouxe-me ao começo do fim de meus dias palavras de acalento e tolerância. Para quê? Quem sabe, sapiente natureza, armar um espírito para fechar o círculo.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

E por falar em índios

Lembrei de um livro que relata o fim de muitas tribos indígenas dos Estados Unidos da América. Comprei através do Círculo do Livro há mais de vinte anos, e caí na asneira de emprestar para alguém que nunca mais devolveu... Livro não se empresta. Se possível, se presenteia. Há os que dizem gostar de roubar, acredito, pois não foram poucos que sumiram de minhas prateleiras... Felizmente não consegui aderir a tal prática... Puxa! viajei agora! Voltando ao Dee Brown e o livro... leitura para quem é curioso e gosta de história... pela minha avaliação, daria um DEZ, pois acredito que atinge o fim proposto.
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Outro momento que me trás este livro é quando surgem estrangeiros, geralmente os norte americanos, em defesa da Amazônia. É muita cara-de-pau! resmungo.


Origem da imagem:

Saadi, Muslah-Al-Din

Imita o sábio que, mesmo na opulência, permanece modesto"

Profundo



Foi preciso mais de cinquenta anos de vida pública, em sua maioria calmamente circulando pelas vias governistas, para produzir sentença tão profunda. Realmente, o nobre Senador superou e se revelou um dos  melhores pensadores do congresso.