sábado, 3 de agosto de 2013

O PT que a maioria não vê

Gilrikardo disse: POLÍTICA, A CLASSE INFAME E DESAVERGONHADA, pena que somente uma minoria das minorias busca o esclarecimento, e assim, fica fácil para os ladinos ludibriarem a todos nós. Que gentinha, pela-mor-de-deus!

Convite ao protesto

02 de agosto de 2013 | 2h 07 
Editorial O Estado de S.Paulo

A Câmara dos Deputados está chamando a população a voltar em massa às ruas para se manifestar contra a desfaçatez dos políticos - a sua prontidão para agir em causa própria e dar de ombros ao desgosto dos brasileiros com o que fazem em seu nome e com o seu dinheiro. A Casa sugere ainda que os manifestantes não se esqueçam de trazer consigo o cartaz que mais bem define o que milhões de eleitores pensam de seus representantes: "Eles não me representam".
Claro que a Câmara não fez nada disso. Mas a tanto equivale a decisão dos seus líderes de confeccionar um projeto que afrouxa desavergonhadamente as responsabilidades de partidos e candidatos na disputa pelo voto. A chamada "minirreforma eleitoral", descrita ontem pela Folha de S. Paulo, é capitaneada pelo deputado Cândido Vaccarezza, do PT de São Paulo. Ele foi nomeado pelo peemedebista Eduardo Henrique Alves, que preside a Casa, coordenador da comissão incumbida de formular em até 90 dias uma proposta de reforma política.
Se e quando for aprovada em plenário, ela começará a produzir efeitos, na melhor das hipóteses, nos pleitos municipais de 2016. Já o desfiguramento da legislação eleitoral deverá valer já em 2014. Para garantir que assim seja, o projeto poderá ser votado logo na próxima semana, quando o Congresso retoma as suas atividades depois do recesso.
Um dos capítulos mais escabrosos da lambança é o que "flexibiliza", para usar o eufemismo em moda, as normas sobre prestação de contas dos candidatos e suas legendas. Hoje em dia, a Justiça Eleitoral confere se os dados contábeis que os partidos têm a obrigação de apresentar batem com a sua movimentação financeira declarada. Além disso, os candidatos devem informar o que entrou e saiu do caixa da campanha - valores arrecadados e despendidos. Mesmo assim, como se sabe, o sistema não é à prova de fraude.
"Imagine na Copa", é o caso de dizer, se a esbórnia se confirmar nos termos divulgados. No caso dos partidos, os tribunais eleitorais ficarão limitados a examinar apenas os aspectos formais dos documentos recebidos - ou seja, praticamente aceitá-los pelo valor de face. Os juízes estarão proibidos de tomar, com base nesse exame, qualquer providência que possa ser interpretada pelas agremiações políticas como "interferência" na sua autonomia.
Por sua vez, os candidatos ficam livres de demonstrar no que gastaram o dinheiro que azeitou as suas campanhas. Os dispêndios que não conseguirem documentar - "gastos não passíveis de comprovação", segundo o indecoroso projeto - terão apenas de ser declarados na internet. Como se fala em português corrente, estamos conversados. As regras do financiamento eleitoral também mudarão para beneficiar os culpados.
Doações a partidos e candidatos estão limitadas, no caso de empresas, a 2% do faturamento bruto do ano anterior, e a 10% dos rendimentos brutos auferidos no mesmo período, no caso de pessoas físicas. Os doadores que furarem o teto ficam sujeitos à multa de até 10 vezes o valor desembolsado. Pela proposta, a multa equivalerá, no máximo, a esse montante. O facilitário vai além.
Autoridades, associações privadas sem fins lucrativos e concessionárias de serviços públicos não podem financiar campanhas. A proibição cairá para as entidades que não recebam aportes oficiais. E as doações das concessionárias serão canalizadas para o Fundo Partidário, mantido pelo contribuinte. A propósito, a aplicação da pena de suspensão do acesso dos partidos aos seus cofres, em casos de transgressão, ficará drasticamente restrita. Também serão eliminadas as restrições à publicidade eleitoral na mídia impressa - instituídas para combater o abuso do poder econômico, portanto, a desigualdade de oportunidades eleitorais. Completando o relaxamento, será admitida a propaganda paga na internet, para infernizar a vida dos usuários.
A cereja no bolo é a extinção da responsabilidade dos candidatos pelas violações da legislação eleitoral cometidas em seu favor no curso das campanhas. Doravante, será preciso provar que participaram pessoalmente do malfeito. E o deputado Vaccarezza ainda vem dizer que a intenção é "coibir a malandragem" e tornar as eleições "menos burocráticas"!


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O PT que a maioria não vê

MODELO ÚNICO NO MUNDO



Pirâmide

Por Gilrikardo

Era a tal pirâmide social explicada numa aula de geografia ou história. Apresentaram o tal “status quo”. A base é larga, onde está a maioria, e à proporção que segue em direção ao cume, torna-se estreita já que o número de participantes nas escalas também diminuem. Lá no alto as minorias das minorias... quem sabe, em alguns casos, abrigando apenas um indivíduo, e lá embaixo o resto, ou seja, a grande massa, a grande maioria. O desejo de subir é inerente ao ser humano, o desejo de superar, o desejo de ir além, o desejo da imortalidade, e também o desejo de “status”, isto é, subir na escalada social. Talvez por isso seja tão comum presenciarmos pessoas se “fazendo” mais do que realmente representam, pois o “status quo” é um parâmetro que auxilia na administração de nossa convivência. Nesta escada é que os acontecimentos fazem história, é onde as pessoas avistam o horizonte, ou fogem qual diabo da cruz ante a possibilidade de descer algum degrau. Isso significa meros conceitos para nos orientar entre as possibilidades de escolhas para nossas vidas. Serão as conseqüências que nos movimentarão no “status quo” e não o que imaginamos ou fingimos ser. Tai um esforço inútil. Agora, trocando de saco pra mala, uma analogia com meu ato de escrever. E verifico que também insiro-me na escala do “status quo”, diria que em algum degrau entre a base e o cume, está reservado a mim. Lembrando que somente existo como escrita no momento em que alguém ler minhas mal traçadas linhas. Esse é meu devir*...


*Devir é um conceito filosófico que qualifica a mudança constante, a perenidade de algo ou alguém. Surgiu primeiro em Heráclito e em seus seguidores; o devir é exemplificado pelas águas de um rio, “que continua o mesmo, a despeito de suas águas continuamente mudarem.” Recebe também a acepção nietzschiana do "torna-te quem tu és", usada em um dos seus escritos.Traduz-se de forma mais literal a eterna mudança do ontem ser diferente do hoje, nas palavras de Heráclito:
"O mesmo homem não pode atravessar o mesmo rio duas vezes, porque o homem de ontem não é o mesmo homem, nem o rio de ontem é o mesmo do hoje."


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Maconha legalizada


Por Felipe Llambias e Malena Castaldi

MONTEVIDÉU, 1 Ago (Reuters) - A Câmara dos Deputados do Uruguai aprovou, na noite de quarta-feira, a criação de um órgão do governo para controlar o cultivo e a venda de maconha e permitir que os residentes plantem em casa ou em clubes de fumantes.
O uso da maconha já é legalizado no país, mas a venda e o cultivo não são.
Após horas de debate acirrado, 50 parlamentares votaram a favor do projeto e 46 contra. O Senado deve votar a medida apoiada pelo presidente José Mujica no final deste ano.
Mujica, ex-guerrilheiro de esquerda, diz que a lei vai controlar o comércio de maconha sob diretrizes rigorosas, ajudar a combater as quadrilhas de tráfico de drogas e enfrentar pequenos crimes.
Para evitar tornar o país um destino de turismo de drogas, apenas os uruguaios seriam autorizados a usar maconha.
Os críticos dizem que a medida corre o risco de contribuir para atrair os uruguaios para drogas mais pesadas e pode irritar outros países latino-americanos que lutam contra a violência relacionada às drogas, como Colômbia e México.
O Uruguai é um dos países mais seguros da América Latina e é considerado um pioneiro na legislação liberal. Mas as pesquisas mostram que a maioria dos uruguaios se opõe à proposta.
"Estamos brincando com fogo", disse o deputado Gerardo Amarilla, membro do Partido Nacional, conservador, opositor ao projeto de lei.
A legislação prevê a criação de um Instituto Nacional de Canabis para controlar a produção e distribuição da droga, impor sanções aos infratores e formular políticas educacionais para alertar sobre os riscos do uso de maconha.
"Você pode controlar a produção e venda, o que vai ocasionar seus próprios problemas, que terão de ser abordados", disse o deputado Julio Bango, um aliado de Mujica em favor da legislação. "Ou você pode ter o que você tem agora, que é o caos."

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Bergamota - Coisas da vida

Por Gilrikardo

Hoje lembrei de um fato ocorrido lá pelos anos oitenta, ainda residia no Rio Grande do Sul, tche! Pois bem, pode parecer uma anedota, piada ou coisa parecida, mas é verdade verdadeira. Acredito que em qualquer recanto desse mundo "véio" sem fronteiras há de se encontrar histórias parecidas. Onde existirem pessoas, existirão "causos pitorescos" como diriam alguns. Mas então vamos lá, desembucha! Tá bom, lá vai.

O ocorrido deu-se com uma figura muito conhecida, vivia da herança deixada pela família, devido à isso nunca se interessou pelo trabalho, nem pelo estudo, levava a vida como se o dinheiro nunca fosse acabar. Para ajudar a passar o tempo, o índio aprendeu a jogar cartas, e deu no que tinha que dar. Passa ano entra ano, e lá está nosso amigo entre cartas e outras jogatinas. Trabalhar nas terras herdadas nem pensar. Arrumar emprego muito menos. Estudar, vixe!, fora de questão. O negócio dele era não fazer nada mesmo. Sem esforço algum. Enquanto existia patrimônio para queimar, beleza, ninguém teria nada a ver com isso. Levou a vida dessa maneira durante dez anos, tempo suficiente para dilapidar quase cem por cento daquilo que havia ganho na moleza. Para sorte do vivente, sobrou só uma casa de madeira que transformou-se em sua morada. E para ganhar a vida, virou garçom do carteado onde apostou a herança. Ganhava praticamente para comer. Quando passava na rua, imaginem cidade do interior, todos repetiam a história sem parar, perdi a conta das vezes que ouvi tais relatos, talvez por isso tenha a boa memória que me leva a escrever hoje. Continuando. O homem literalmente bateu no fundo do poço. Não dava para descer mais. Só morrendo. Nessas ocasiões sempre pinta algum espírito de porco para praticar "Bullying" (naquela época seria sacanear mesmo). Era um brigadiano (policial militar) cuja imagem nunca foi das melhores. Era uma noite de frio, temperatura próxima do zero grau, e estávamos reunidos num Bar e Café aproximadamente cinquenta e poucas pessoas, aliás, cinquenta e poucos bêbados, pois só bêbado para ficar até altas horas num lugar daqueles com o frio de congelar até as canelas. Digo isso de cadeira, pois muitas vezes fui lá encher a cara. Era o "point" da época em que andar de bota, chapéu e pala era comum. E assim bebericávamos em meio a balbúrdia, fumaça de cigarro, charuto e palheiro misturados ao cheiro de bosta de vaca e de cavalo que vinham encravadas nas botas, mais o cheiro de café feito na hora, muitos tomavam com "Graspa", uma espécie de cachaça feita com o álcool da uva. Lá pelas tantas alguém entrou e ao fechar a porta, devido ao vento, escapou-lhe das mãos e deu um estrondo, todos olharam, era o nosso homem da herança, conhecido como Bergamota. Meio encabulado pelo ocorrido, baixou a cabeça e pediu um cafezinho. Lá do outro lado do salão, a vinte poucos metros, o brigadiano metido, era "otoridade". Cheio de trejeitos, bem afrescalhado mesmo, aquele tipo que se acha único e o melhor do mundo em todos os sentidos, escroto mesmo, pois bem, soltou a voz, gritou bem alto para todo mundo ouvir:

--E aí Bergamota, que tu vais fazer agora, contes pra nós, que tu vais fazer depois de enfiar todo o dinheiro no cú, perder uma fazenda no carteado, viver por aí qual mendigo quando poderia estar com a égua na sombra. Agora que você não representa mais nada, vais fazer o quê?

E o Bergamota quieto ouvindo tudo, olhou para o interlocutor, ergueu a cabeça (hoje mais do que nunca entendi o gesto) e com a calma dos justos, simplesmente respondeu:

--Bem, agora vou ser brigadiano!

Silêncio geral, uma quietude de uns trinta segundos, suficiente para marcar a cara de espanto de todos que ali estavam. A partir daquele dia, o Bergamota angariou dezenas de simpatizantes que até lhe facilitaram a vida, e o brigadiano metido, nunca mais apareceu por lá. Virou a piada da cidade até hoje, trinta anos depois. Dizem que são coisas da vida.


terça-feira, 30 de julho de 2013

País dos impostos

A frase da semana: Joelmir Beting sobre ser melhor virar cachorro (impostos no Brasil) A frase da semana não é exatamente da semana, mas sim de outubro de 2011, de um jornalista infelizmente falecido:

"No país dos impostos, os remédios para nós, seres humanos, são taxados em mais que o dobro dos produtos de uso veterinário: se você entrar na farmácia tossindo, paga 34% de imposto; se entrar latindo, paga só 14%."

Joelmir Beting - Outubro de 2011

Fonte: Diplomatizzando

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Mesada - Uma dica

Por Gilrikardo

Quando meu único filho passou para a 5a. série, senti-me na obrigação de iniciá-lo nas práticas comerciais e financeiras, simplificando, lidar com o dinheiro. Depois de muito matutar cheguei ao valor de R$ 5,00  por semana e que ele deveria gerenciar de acordo com a vontade, não poderia, é lógico, comprar cachaça, cocaína, maconha, e por aí a fora. Pois bem, na 5ª. série R$ 5,00 por semana, na 6ª. aumentei um real e subiu para R$ 6,00, 7ª. R$ 7,00 e 8ª. R$ 8,00.
Eu e a mãe dele não palpitamos, somente ele gerenciou a seu modo. Nesse período "fez-cada-compra". Arrependeu-se algumas vezes, e paulatinamente concluiu que deveria se planejar com o dinheiro. As compras melhoraram e muitas vezes percebi-o com razoável soma em mãos, indagava o motivo, dizia-me que naquele momento não havia necessidade de gastar. Aí meu espírito de PAIZÃO inventou o vale mesada, isto é, preenchia umas papeletas com o valor semanal e que semana correspondia (1 a 52), assim poderia visualizar o "tanto" a receber e de que maneira se planejar para gastar. Deu certo, além de facilitar-me ao acompanhar o desempenho. Após quatro anos de feliz aprendizado e chegar ao primeiro ano do 2°grau aumentei para R$ 10,00. Hoje está no segundo ano e obteve um aumento (recebe 20,00 por semana) altamente compatível com sua idade de 16 anos. Nesses cinco anos de mesada, investiu em muita compra mal feita (geralmente por impulso), mas também acertou na compra da guitarra, do violão, das caixas de som, das placas de informática entre outras coisitas. Para o ano que vem já combinamos que será no mínimo R$ 30,00. Confesso que fiquei surpreso pelo desempenho do garoto, "trocentas vezes" melhor que o meu. Mostrou-se bom administrador ao planejar e poupar. Aprendeu a não gastar por impulso, tanto que por diversas vezes me convidou para ir ao BIG olhar coisas que não iríamos comprar. Deixou-me com o queixo caído! Rogo aos céus para que continue nesta trilha... 

P.S. Os valores acima estão de acordo com a profundidade de meu bolso e servem apenas para ilustrar didaticamente como orientei-me numa questão que pode parecer banal, no entanto acredito fundamental: lidar com o dinheiro.
  

domingo, 28 de julho de 2013

Alegria de poucos

Gilrikardo disse: Ah!!!!!!! Então é por isso que em cada esquina temos uma farmácia, em alguns casos duas até três. Será que o desempenho do SUS tem algo a ver!? É... parece que vivemos num mundo doente!

Vendas em farmácias somam R$ 13,5 bilhões no 1º semestre

As vendas em farmácias alcançaram R$ 13,5 bilhões no primeiro semestre de 2013 de acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). O número representa crescimento de 12,04% ante o mesmo período do ano passado.

. O resultado mostra desaceleração do ritmo de crescimento. Em 2012, as vendas no primeiro semestre haviam crescido 18,38% ante os mesmos meses do ano anterior.

. Entre as diferentes categorias de produtos vendidas, o crescimento mais expressivo foi o da categoria de não medicamentos, a qual inclui itens de higiene, perfumaria e cosmética. Segundo a Abrafarma, as redes de farmácias alcançaram R$ 4,3 bilhões em vendas destes itens no primeiro semestre, um aumento de 16,82% na comparação com 2012.

sábado, 27 de julho de 2013

Mais Médicos?

Que tal mais suporte para os que já trabalham?

O depoimento é verdadeiro e, para quem conhece o distrito de Itaipuaçu, não há surpresa !!! (e para quem não conhece não é difícil acreditar )

Dr. Carlos França
Maricá RJ

"A VERDADE NUA E CRUA"

Sr. Padilha e Sra. Dilma,

esta é a minha unidade de saúde UBS Itaipuaçu - Maricá RJ, há 6 anos governada pelo seu partido. É uma casa adaptada com infiltrações e mofo. Quando chove, cai água nas salas de atendimento, o arquivo médico inunda e os prontuários....
Falta de tudo: luvas, remédios básicos, mas sobra dedicação para um salário bruto de R$ 1.200,00.
Sabe Padilha/Dilma, não falta médico que queira fazer saúde pública, isto é mais uma das mentiras de sua ditadura da informação, onde o governo se apoia na premissa
"UMA MENTIRA REPETIDA MIL VEZES TORNA-SE VERDADE".
A minha sala de atendimento não possui ventilador, o de teto é apenas enfeite.
O verão de regiões litorâneas beira os 42 graus, a água potável é disponibilizada à temperatura ambiente (Itaipuaçu do seu governo ainda não possui rede de água e esgoto).
Já prescrevi as medicações em diversos tipos de papel por falta de receituário oficial.
Apesar de tudo trabalho e me esforço bastante.
Em Maricá a saúde foi devastada pelo atual governo:
o aparelho de RX está quebrado há 1 ano.
O ecocardiograma e ultra-som foram roubados (segundo o próprio Gestor Público do seu partido!),
ECG funciona 1 mês e fica 3-4 meses em manutenção.
Há 8 meses temos a debandada de especialistas, devido ao salário irrisório e sem benefícios legais (férias, décimo-terceiro salário, horas extras, insalubridade, etc). Perdemos endócrino, cárdio, reumato, oftalmo, neuro, nefro, pneumo, ortopedista, etc. Então Padilha/Dilma, a saúde pública que os Srs. querem oferecer à população mais humilde é esta? É o "modo petista de governar"?

As suas mentiras não vão conseguir se sustentar por muito tempo...

Não faltam médicos! Falta governo!
Sou médico do SUS, não fujo à luta...
Mas não faço milagres sem infra-estrutura.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Parasitas

Por Gilrikardo

PARASITAS, PARASITAS, POLÍTICOS, PARASITAS, ELITE FUNCIONALISMO PÚBLICO, PARASITAS, SALARIOS QUE NA INICIATIVA PRIVADA SÃO EXCEÇÕES, NO PÚBLICO É REGRA, PARASITAS, PARASITAS, PARASITAS, PARASITAS

 
Parasitas são organismos que vivem em associação com outros dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo. Todas as doenças infecciosas e as infestações dos animais e das plantas são causadas por seres considerados parasitas.
O efeito de um parasita no hospedeiro pode ser mínimo, sem lhe afectar as
funções vitais, como é o caso dos piolhos, até poder causar a sua morte, como é o caso de muitos vírus e bactérias patogénicas. Neste caso extremo, o parasita normalmente morre com o seu hospedeiro, mas em muitos casos, o parasita pode ter-se reproduzido e disseminado os seus descendentes, que podem ter infestado outros hospedeiros, perpetuando assim a espécie, como no caso do Plasmodium.

 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Drogas

Por Gilrikardo

Há quase quarenta anos acompanho a questão das drogas, no início como adolescente curioso que experimentou algumas, o suficiente para manter-se afastado até os dias atuais. Com o rolar dos anos, perdi amigos lá da infância por causa das drogas, vi muitos marmanjos entrarem de gaiato e também pagarem o preço, inclusive há dois anos também se foram dois quarentões que viviam afogados em qualquer coisa que fosse parecido com álcool... 

Lá atrás, no período em que a vida começa a nos cobrar alguma atitude, fiz minhas escolhas simplesmente indagando onde estavam aqueles que se drogavam sem sofrer os ditos efeitos colaterais... não havia ninguém, e assim aceitei o que a lógica me apontou. 
NESTE mesmo intervalo de tempo, vieram várias formas de programas e governos que se imagina, e a questão das drogas só evoluiu. Conclui que no estágio civilizatório que nos encontramos, governo algum dará resposta alguma para tal flagelo, só uma evolução de nossa sociedade para obtermos alguma sensível melhora, até lá muita politicagem e alguns paliativos serão a bandeira de muitos e uma baita teta para outros tantos. Infelizmente, acredito que a questão das drogas continuará uma droga!